Webinar · MF Finanças

Precificação
estratégica hoje.
Lucro real é negócio
sustentável amanhã.

Da fórmula à mentalidade — o que ninguém te contou sobre precificar certo.

Maíra Faraco · MF Finanças
R$
Webinar · 2025

Quem sou eu

Maíra
Faraco

Fundadora · BPO Financeiro · Consultoria · Auditoria

Mais de 15 anos transformando a gestão financeira de pequenas e médias empresas. Do diagnóstico à execução — com método, clareza e resultado.

BPO Financeiro Consultoria Auditoria Raio-X Financeiro
Maceió, AL MF Finanças

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15+Anos
80+Clientes
PMEsFoco
Apresentação

Você cobra o que o concorrente cobra,
ou o que você realmente vale?

Essa pergunta vai guiar tudo o que vem a seguir.

1 · 14

O esforço tem um preço

O que é preço justo de verdade?

Não é o menor.
Não é o do vizinho.
É o que sustenta o seu negócio.

Preço justo cobre seus custos, remunera o seu tempo, reconhece o seu conhecimento — e ainda permite que você cresça.

Cobrar pouco não é humildade. É falta de clareza sobre o que você entrega.

O lado emocional do preço

O preço tem a ver com o seu esforço.

Cada serviço carrega anos de estudo, horas de dedicação, responsabilidade real. Quando você cobra pouco, você desconta isso tudo.

O preço não é só um número — é o quanto você acredita no que entrega.

"Quem cobra pouco, trabalha muito para ganhar pouco. Quem cobra certo, trabalha com propósito."

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Entenda a diferença

Faturamento

R$ 100 mil/mês

Todo o dinheiro que entra. Parece muito. Impressiona clientes, sócios, família. Mas é uma ilusão sem o segundo número.

Dos R$ 100 mil → R$ 95 mil saem em custos, impostos e despesas.

Sobra: R$ 5 mil — se tanto.

Lucro

R$ 30 mil/mês

O que realmente fica. Depois de tudo pago — custos diretos, indiretos, impostos, contingências.

É esse número que define se você respira, cresce ou fica apertado mês a mês.

Pode ser muito mais — se você souber precificar certo.

Precificação certa não é sobre faturar mais. É sobre lucrar melhor.

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Variáveis que impactam no preço de um produto ou serviço

1 · Custo direto

Material, insumo, tudo que é consumido diretamente na entrega do serviço. Se você não o inclui no preço, você paga do seu bolso.

2 · Custos indiretos

Aluguel, luz, internet, software, equipe de apoio. Existem todo mês — com ou sem atendimento. Precisam ser rateados por serviço.

3 · Impostos

Você paga imposto sobre o que cobra — não é opcional. MEI, Simples, Lucro Presumido: cada regime tem sua alíquota. Entra no cálculo.

4 · Tempo dedicado

Quanto tempo você leva? Inclua preparo, execução, pós-atendimento. Tempo é o seu recurso mais escasso — ele tem preço.

5 · Complexidade do trabalho

Serviço simples e rotineiro é uma coisa. Especializado, estratégico, de alto risco é outra. Complexidade justifica preço maior.

6 · Contingência e risco

Erros, retrabalho, cancelamentos, inadimplência. São previsíveis mesmo que imprevisíveis. Precisam estar embutidos no preço.

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Como as pessoas geralmente cobram — e por que está errado

Erro 01

Baseado no mercado

"Cobro o que o concorrente cobra"

Você não sabe o custo do concorrente. Não sabe se ele está lucrando ou perdendo. Pode estar copiando um erro — e entrando em corrida de preço pra baixo com todo mundo.

Erro 02

Porcentagem no custo do material

"Pego o custo e multiplico por X"

Ignora custos indiretos, tempo dedicado, impostos e risco. Se o custo do material muda, tudo desmorona. Não é uma base sólida para precificar.

Erro 03

Desconsideram alguns custos

"Não coloco aluguel porque todo mundo paga"

Os custos não desaparecem por não serem incluídos no preço. Eles saem do seu bolso. Você trabalha de graça para cobri-los. Esse é o caminho para ficar sempre apertado.

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Dois conceitos que mudam o jogo

Margem de Contribuição

O que você ganha depois de tirar apenas o custo direto. Parece ótimo — mas ainda precisa cobrir o resto.

Preço − Custo Direto = Margem de Contribuição

Cobra R$ 400 · Material R$ 100
→ Margem de Contribuição: R$ 300

Com R$ 300 você ainda paga: indiretos, impostos, contingência — e só então vem o lucro.

Se a MC é pequena, a margem final pode ser zero.

Margem Final

O que realmente fica. Depois de tudo pago. Esse é o lucro de verdade.

MC − Indiretos − Impostos − Contingência = Margem Final

R$ 300 (MC)
− R$ 100 indiretos
− R$ 30 impostos
− R$ 20 contingência

Lucro real

R$ 150

de cada R$ 400 cobrados

É por isso que tem gente que trabalha muito e não lucra nada.

6 · 14

Você não está apertado
porque trabalha pouco.
Está apertado porque
cobra pouco.

Precificação estratégica · MF Finanças

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Impacto real · Consultório com 50 atendimentos/mês

Precificação Mal Feita

R$ 1.000 /atend.

Margem: 25%
Lucro mensal: R$ 15 mil
Lucro anual: R$ 180 mil

Sem respiro financeiro · Não consegue investir na qualidade · Sempre no limite · Burnout à vista

Precificação Estratégica

R$ 1.200 /atend.

Margem: 40%
Lucro mensal: R$ 24 mil
Lucro anual: R$ 288 mil

Respira · Investe em estrutura e qualidade · Cresce com consistência · Tem tranquilidade

+R$ 9 mil/mês

+R$ 108 mil por ano. Mesma quantidade de trabalho. Mesmo consultório. Mesmos clientes.
Só o preço mudou. Só isso.

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O que fazer · Por onde começar · Parte 1

1

Mapeie todos os seus custos

Abra uma planilha e liste tudo que você gasta por mês. Aluguel, luz, internet, salários, software, insumos, contador — TUDO. Some e divida pelo número de atendimentos mensais.

Ex: R$ 5.000 ÷ 50 atendimentos = R$ 100 de custo base por atendimento
2

Separe custo direto do indireto

Custo direto: o que é consumido no serviço (material, insumo). Custo indireto: o que existe independente do atendimento (aluguel, equipe fixa). Cada um tem impacto diferente no preço.

3

Inclua impostos e contingência

Descubra sua alíquota de imposto e calcule sobre o preço cobrado, não sobre o lucro. Reserve entre 5% e 10% para contingências: retrabalho, cancelamento, inadimplência.

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O que fazer · Por onde começar · Parte 2

4

Defina sua margem de lucro

De cada R$ 100 cobrados, quanto você quer que fique? Serviço simples: 40–50% · Especializado: 60–70% · Alto risco ou escassez: 70%+. Não existe certo — existe o certo para você.

5

Calcule o preço mínimo

Este é o chão — abaixo dele, você perde dinheiro. Pode cobrar mais; nunca menos.

Preço mínimo = Custo total ÷ (1 − Margem desejada) · Ex: R$ 100 ÷ 0,50 = R$ 200
6

Teste e implemente

Responda 3 perguntas: O preço é competitivo? O cliente aceita? Você consegue vender? Três "sim" → implemente agora. Se algum "não" → reduza margem, reduza custo ou reposicione o serviço.

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O erro de diagnóstico mais comum

O que as pessoas fazem

"Estou apertado — vou trabalhar mais horas"
→ Trabalham mais. Ficam mais cansadas. Nada muda.

"Vou contratar menos para cortar custo"
→ Qualidade cai. Clientes saem. Situação piora.

"Preciso vender muito mais"
→ Mais volume com preço errado = mais prejuízo.

O problema parece financeiro.
Na verdade, é de precificação.

A realidade

Muitas vezes o problema não é trabalhar mais — é ajustar a precificação.

Um reajuste de 15% no preço pode gerar mais resultado do que dobrar o número de clientes.

Antes de trabalhar mais, pergunte: estou cobrando certo?

Não é esforço que falta.
É estratégia de preço.

11 · 14

Organização financeira para precificar corretamente

01

Conhecer os custos

Não "mais ou menos" — exato. Diretos, indiretos e os ocultos: inadimplência, retrabalho, desconto dado na hora da venda.

→ Conta bancária separada
→ Registro de tudo que entra e sai
→ Revisão mensal obrigatória

02

Rastrear a receita

O que entra, de onde vem e por qual meio. Cartão, Pix, dinheiro, boleto. Não é o banco que confirma — é você que controla.

→ Registrar todas as vendas
→ Conciliar com extrato bancário
→ Identificar fontes de receita

03

Calcular margem real

Todo mês. Compare com o que foi planejado. Se divergiu, descubra o porquê e ajuste a precificação antes do próximo ciclo.

(Receita − Custos diretos) ÷ Receita

Sem organização,
precificação é chute.

Se não sabe seus custos, qualquer preço que você define é uma aposta. Organização financeira não é burocracia — é a base para precificar com segurança e crescer de forma sustentável.

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Outras variáveis que também compõem o preço

Além dos custos, existem fatores intangíveis que justificam — e exigem — preços mais altos.

01

Especialização e formação

Anos de estudo, certificações, pós-graduação, experiência acumulada. Quem tem mais domínio técnico entrega menos risco e mais resultado — e cobra por isso.

02

Posicionamento de mercado

Como você é percebido? Autoridade, reputação, presença digital, depoimentos. Quem está bem posicionado atrai o cliente certo — e não precisa pedir desconto.

03

Qualidade da entrega

Processo, cuidado, atenção ao detalhe, comunicação durante o serviço. A experiência do cliente do início ao fim tem valor — e deve ser precificada.

04

Escassez e exclusividade

Agenda limitada, atendimento personalizado, serviço exclusivo. Quando você é difícil de encontrar e difícil de substituir, o preço reflete isso naturalmente.

Esses fatores não aparecem em nenhuma planilha — mas estão no preço de todo profissional que é referência no mercado.

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Obrigada pela sua presença

Chega de precificar
no escuro.

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